terça-feira, 23 de agosto de 2011

‎"Toca em mi
e desata o nó
em nós.

Sente lá,
o sol .
Dou a volta
volto em ré.

Sente-me aqui,
em si, de novo.
Menor."

Luba.

domingo, 21 de agosto de 2011

O simples esta em uma casa com uma cachorrinha pra fora.

Longe do texto ser poético ou bonito.
Basta ser verdadeiro, como tudo tem sido até agora.
As vezes você e eu um pouco mais afundo, exagerado em nós.
A semana passara bem e rápido.
Pois esse final de semana foi bom e demorado.
E essa sensação é tão certa, que já posso dizer fato.
Diferente dos outros, as conversas mudaram.
Olho no espelho e é tão boa a sensação de me ver em uma versão masculina minha,
com algumas particularidades, claro.
Esse estranho jeito de ser, que de um jeito mais estranho ainda,
liberta-me para ser do jeito que sou.
E não importa como seja. E sim que seja.
E os passos errados que me inspiram.
Meus braços, seu queixo. Fusão. Fugaz.
Como assim? Também não sei. Mas sim, foi.
Foi, como muitas outras coisas não seriam.
Foi, pra dentro de nós e algumas pra longe. Eu disse.
As moedas? Nem falarei delas.
Que um dia elas explodam o cofre, simples assim.

Para tudo! Esquece o mundo.
Sente. O calor do fogo, a água da chuva , o ar no vento e a grama da terra.
Sentiu? Conseguiu esquecer tudo?
Eu esqueci, de um jeito Bonito.




sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dança de improviso.

E vamos de improviso, meu bem.
Sobe a boca, dou lhe a face.
Cabelo atras da orelha,
a cor vermelha das bochechas chega antes.
Vamos no descompasso,
essa dança de voltas
engraçadas que eu faço.
Acho tudo tão divertido,
até a hora do impasse.
Corro na frente,
te deixo pra trás,
volto e viro num jogo de corpo.
Dança comigo?
Esses passos tão indefinidos.





domingo, 7 de agosto de 2011

Luba.

Vem branquinha, vem.
Encosta tua cabeça
no meu ombro,
que jogo meu braço
por suas costas.

Vem pequena, vem.
Escuta meus pensamentos,
escuta pelo peito.

Vem linda, vem.
Sente meu cheiro
em suas mãos.
Percebe e descobre,
o seu cheiro em mim.

Vem, vem...
mesmo que depois vá,
no rumo da confusão.
Mas por hora
descansa meus olhos
dos seus.






Tem um choro de colo que é guardado, todo seu. Um pedido, perdido, desculpa esquecida, arrependimento acomodado, lavado de choro, empurra...